7 de agosto de 2015

Despedida

Ninguém me disse que podia ser feliz contigo, que os dias iam ser mais fáceis ou bonitos, nem eu pensei ser possível ser feliz só por te amar, sorrindo todos os dias da mesma forma inocente e infantil... Mas bastava-me o teu olhar apaixonado, o teu ar de menina mimada, que me enchia o coração de esperança.

É verdade que juntos nunca olhámos as estrelas, nunca olhámos o céu, mas em sonhos acordados, caminhámos muitas vezes na mesma direcção, talvez (...sei-o hoje...) para o vazio, mas aquele vazio que faz girar o mundo, os corações baterem mais forte e os homens continuarem a sonhar!

Talvez, não sei...

Mas, nos momentos da nossa maior solidão, pensámos um no outro com um brilho especial, com a tal ternura com que me acariciavas a face, me beijavas a testa e dizias que... me amavas.

Devaneio momentâneo, loucura de almas carentes... Não sei... Uma coisa eu tenho por certa... É que, enquanto estiveste presente em mim, foste o meu vício, a minha completa adição de amor!!!

Ainda te guardo perto... tão perto e profundo... que não consigo sentir-me só!

Adeus...

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